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Pretensão salarial: peço o que mereço ou quanto o mercado paga?
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Pretensão salarial: peço o que mereço ou quanto o mercado paga?

A pretensão salarial é umas das questões mais temidas por quem está em busca de um emprego. Hoje, falar sobre salário ainda é um tabu para muitas pessoas. Porém, ela pode ser um bom critério de seleção usado pela empresa para encontrar os perfis adequados à vaga. E você? Sabe o que responderia caso te perguntassem qual a sua pretensão salarial? Antes de tudo, saiba: a dúvida é mais comum do que se possa imaginar, principalmente quando a pessoa está desempregada. A resposta? Deve ser racional e objetiva! Entenda!

Perguntaram minha pretensão salarial: e agora?

Duas respostas infalíveis para essa pergunta!

No currículo, é fácil escapar da pergunta com um simples “salário a combinar”. Mas, presencialmente o candidato precisa passar segurança e objetividade ao recrutador. A dúvida é sempre o quanto pedir: “eu peço o valor que eu mereço, baseado nas minhas experiências e no que ganhava no último emprego?”. Principalmente quando se está desempregado, existe o medo de se perder a oportunidade por pedir um salário que exceda o que a empresa pode pagar ou, então, de pedir um valor que era mais baixo do que o recrutador esperava.

“É uma lógica que não é justa para candidato, porque ele nunca terá informação. Mas, há uma estratégia racional que o candidato pode usar”, explica o Diretor de Relacionamento da Aprimorha, Tadeu Ferreira. De acordo com ele, a dica é responder de duas formas dependendo da sua atual situação:

  1. Se você está empregado: “Hoje eu ganho X. Minha expectativa é ganhar X + 20 a 30%, ou seja, um valor normal de mercado”.
  2. Se você está desempregado: “Meu último salário foi Y e a minha expectativa é a partir desse valor, mas estou disposto a ganhar um pouco menos para voltar ao mercado” (caso a situação financeira da pessoa permitir ou que a vaga corresponde ao que for oferecido).

Tadeu lembra que alguns fatores devem influenciar na resposta do candidato. “Óbvio que fatores como distância de casa, equilíbrio familiar, mudança de função também pesam em uma negocição salarial. Porém, vale lembrar que também é interesse da empresa que o funcionário trabalhe por um bom tempo. “O medo do empregador é a pessoa ficar com um salário abaixo da média e, depois o mercado aquecer e ela mudar de emprego”, diz Tadeu.

Dica

Ser verdadeiro e contextualizar o seu momento de vida é o passo mais seguro dentro de uma entrevista, ou seja, deixar claro que é importante entrar na empresa, porque é uma oportunidade de estar próximo à família, ou de morar em um lugar novo.

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